Quanto custa contratar um dos maiores artistas do Brasil para um show? Em 2026, os cachês das principais atrações do país continuam chamando atenção e, em alguns casos, chegam à casa dos milhões de reais.
Os valores, no entanto, não são fixos. O preço de uma apresentação pode mudar de acordo com a cidade, o tamanho do evento, a data, a estrutura incluída e a negociação feita entre contratante e artista.
Por isso, a lista abaixo considera valores divulgados em contratos públicos, declarações dos próprios artistas e levantamentos recentes, e não deve ser interpretada como um ranking absoluto de todos os shows realizados no Brasil.
Confira o Top 10
1. Ana Castela — até R$ 2 milhões
Ana Castela aparece entre os maiores cachês do país em 2026. Segundo levantamento do Estado de Minas, a cantora pode receber entre R$ 1,2 milhão e R$ 2 milhões por apresentação, dependendo do porte do evento.
Um contrato recente também mostrou a força do nome da cantora: ela foi contratada por R$ 850 mil para um show em São Fidélis, no Rio de Janeiro.
2. Gusttavo Lima — até R$ 1,6 milhão

Gusttavo Lima continua entre os artistas mais caros do país. Levantamentos de 2026 apontam cachês que podem variar de R$ 1,1 milhão a R$ 1,6 milhão por apresentação.
O cantor é presença constante em grandes festas agropecuárias, festivais e eventos municipais.
3. Bruno & Marrone — cerca de R$ 1,1 milhão

A dupla também aparece entre os maiores valores registrados em 2026. Segundo levantamento do Estado de Minas, Bruno & Marrone chegam a cobrar cerca de R$ 1,1 milhão por show.
A dupla mantém forte presença no circuito de grandes eventos e apresentações corporativas.
4. Luan Santana — até R$ 1,3 milhão
Luan Santana aparece na sequência, com cachês que podem variar entre R$ 800 mil e R$ 1,3 milhão. O cantor também mantém projetos próprios e grandes turnês, fatores que influenciam o valor de suas apresentações.
5. Jorge & Mateus — até R$ 1 milhão
Uma das duplas mais populares do sertanejo também está entre os nomes mais valorizados do mercado. Jorge & Mateus podem chegar a R$ 1 milhão por apresentação, dependendo do contrato.
6. Péricles — R$ 700 mil
O pagode também aparece entre os grandes cachês. Na Virada Cultural 2026, Péricles recebeu R$ 700 mil pelo pacote de duas apresentações.
O valor colocou o cantor no topo entre as atrações contratadas pela Prefeitura de São Paulo para o evento.
7. Thiaguinho — R$ 638,2 mil
Outro nome de peso do pagode, Thiaguinho recebeu R$ 638.244,12 por uma apresentação na Virada Cultural 2026.
O valor ficou entre os maiores pagos pela Prefeitura de São Paulo na edição deste ano.
8. Luísa Sonza — R$ 636 mil
Luísa Sonza também aparece entre os maiores valores registrados no evento. A cantora recebeu R$ 636 mil por dois shows na Virada Cultural 2026.
9. Seu Jorge — R$ 522 mil
Seu Jorge recebeu R$ 522.033,33 pelo contrato relacionado à Virada Cultural 2026. O cantor ficou entre os dez maiores cachês da programação.
10. MC Hariel — R$ 240 mil
O funk também aparece na lista. MC Hariel recebeu R$ 240 mil da Prefeitura de São Paulo para duas apresentações na Virada Cultural 2026, o equivalente a R$ 120 mil por show.
O valor coloca o artista entre os maiores cachês do funk registrados em contratos públicos recentes e reforça o crescimento da valorização do gênero nos grandes eventos.
O funk está chegando aos grandes cachês?
A presença de MC Hariel em uma lista dominada por nomes do sertanejo, pagode e pop também chama atenção para uma mudança no mercado de shows.
Outros artistas do funk já alcançaram valores expressivos. MC Daniel, por exemplo, revelou que seu cachê havia chegado a R$ 300 mil em 2024, após anteriormente cobrar R$ 200 mil por apresentação.
MC Hariel, por sua vez, também vem ampliando sua presença em grandes eventos. Em 2026, o artista integrou a programação da Virada Cultural de São Paulo, com apresentações em Guaianases e no Anhangabaú.
Os números mostram que o funk deixou de ocupar apenas espaços específicos da cena musical e passou a disputar espaço com grandes nomes de outros gêneros nos principais palcos do país.
Os cachês são valores fixos?
Não. Um ponto importante é que os valores divulgados em contratos públicos não necessariamente representam o preço cobrado pelo artista em todas as situações.
O cachê pode mudar de acordo com a cidade, data, duração do show, estrutura, equipe, transporte, exclusividade e tamanho do evento.
Além disso, alguns contratos são feitos com produtoras e podem incluir despesas relacionadas à produção da apresentação.
