Éder Militão tem mansão invadida durante clássico e perde fortuna; veja valor

Familiares assistiam à partida dentro da residência e não perceberam a entrada dos criminosos, segundo a imprensa espanhola.

Redação Sobre Mundo

Éder Militão teve a mansão invadida durante o clássico entre Real Madrid e Barcelona, em 25 de outubro. Segundo o jornal espanhol El Mundo, criminosos levaram objetos avaliados em mais de 350 mil euros, aproximadamente R$ 2,1 milhões.

O caso veio a público no sábado (31). Na ocasião do crime, o zagueiro brasileiro acompanhava a equipe em Barcelona, mas permaneceu no banco de reservas.

Enquanto isso, familiares assistiam à partida no andar inferior da residência, localizada em La Moraleja, na região de Madri. Apesar da presença deles, os invasores conseguiram entrar sem chamar atenção.

Éder Militão perdeu relógios, joias e bolsas de luxo

Entre os objetos levados estavam um Rolex de aproximadamente 53 mil euros e um Richard Mille estimado em 170 mil euros. Além disso, os criminosos pegaram três bolsas da Chanel.

A lista também inclui anéis e pulseiras da Cartier, outras joias e malas. Assim, o valor total dos pertences ultrapassou a marca de R$ 2 milhões, conforme a conversão divulgada nas reportagens.

Familiares não perceberam a invasão

De acordo com a apuração do El Mundo, pelo menos dois homens acessaram a casa por uma janela no terceiro andar. Em seguida, chegaram ao quarto do jogador.

Por volta das 21h50, no horário local, policiais e seguranças do condomínio foram até a propriedade. Eles perguntaram se os moradores tinham visto duas pessoas carregando malas.

Como os familiares não haviam percebido movimentações suspeitas, os agentes verificaram o interior da residência. Durante a vistoria, encontraram o quarto de Militão completamente revirado.

Imagens de segurança ajudam na investigação

Segundo a reportagem, o sistema de alarme não estava ativado. Além disso, os invasores arrancaram uma das câmeras de segurança, mas o equipamento registrou imagens antes da retirada.

Agora, a polícia analisa essas gravações. Paralelamente, Militão teria contratado um especialista para tentar localizar os objetos, alguns deles com valor sentimental.

Até a publicação da reportagem do Hugo Gloss, o jogador não havia se manifestado publicamente sobre o caso.

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