Uma menina desaparecida no RJ mobiliza familiares, moradores e autoridades em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Mariana Queiroz de Carvalho, de 10 anos, saiu de casa para ir à escola na última quinta-feira (1º), mas não chegou à unidade de ensino.
Desde então, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros realizam buscas para encontrar a criança. Nesta terça-feira (6), os agentes entraram no sexto dia de operações e usaram cães farejadores em uma área de mata próxima à residência da família.
Menina desaparecida no RJ saiu sozinha para a escola
Mariana mora no bairro Ipiranga e deixou a residência por volta do meio-dia. O Colégio Chaer Kazen Kalaoun fica a menos de um quilômetro da casa, mas a menina não chegou ao local.
Segundo relatos da família, Mariana não costumava fazer o trajeto sozinha. Naquele dia, porém, ela seguiu para a escola sem a companhia de um adulto. O irmão mais velho descobriu o desaparecimento no fim da tarde, quando foi até o colégio para buscá-la e soube que ela não havia comparecido às aulas.
🚨GRAVE: Menina de 10 anos desaparece a caminho da escola em Nova Iguaçu, e mãe incendeia a própria casa após o sumiço. Polícia investiga o caso. https://t.co/L9q8KYgD2J
— CHOQUEI (@choquei) October 6, 2026
Logo depois, familiares e amigos começaram a procurar pela criança. Além disso, eles percorreram ruas da região, hospitais e unidades do Instituto Médico Legal (IML) em busca de informações.
A família também divulgou imagens de Mariana nas redes sociais e moradores organizaram buscas em áreas próximas. No sábado (3), um grupo percorreu uma região de mata, mas não encontrou pistas sobre o paradeiro da menina.
Incêndio na casa da família chamou atenção
Enquanto as buscas continuavam, outro episódio chamou a atenção dos investigadores. A mãe de Mariana, Carla Queiroz, ateou fogo à casa onde morava com a filha durante o fim de semana.
Em um áudio divulgado após o incêndio, Carla afirmou que ela mesma iniciou o fogo. Segundo a mãe, a atitude ocorreu depois que ela entrou no quarto da filha e ficou abalada com a ausência da criança.
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Polícia continua procurando a menina
Além da mãe, o pai e outros familiares já prestaram depoimento. Nesta terça-feira, investigadores também ouviram parentes e vizinhos enquanto bombeiros fizeram novas buscas com cães farejadores.
Durante as diligências, moradores encontraram um aplique de cabelo em uma casa que a Defesa Civil interditou. No entanto, até o momento, as autoridades não confirmaram que o objeto pertence a Mariana.
O caso está sob responsabilidade do Setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Dessa forma, os investigadores continuam reunindo depoimentos e informações para reconstruir os últimos passos da criança.